ONG, sua contabilidade está em dia? Como saber se sua organização corre riscos fiscais em 2026
A gestão financeira de uma ONG exige atenção redobrada, especialmente diante das constantes atualizações na legislação tributária. Muitas organizações acreditam que, por não terem fins lucrativos, estão automaticamente protegidas de problemas com o Fisco. Contudo, o questionamento se a contabilidade da ONG está em dia precisa ser feita com frequência, principalmente com a aproximação de 2026, ano que promete maior rigor fiscal e cruzamento eletrônico de dados.
Quando falamos em riscos fiscais, estamos tratando de obrigações acessórias, prestação de contas, enquadramento tributário e manutenção de certificados. Por isso, refletir sobre a contabilidade da sua ONG é fundamental para evitar autuações, multas e até a perda de benefícios fiscais. A regularidade contábil deixou de ser apenas uma formalidade e passou a ser elemento estratégico para a sustentabilidade institucional.
Obrigações acessórias e prazos legais
Mesmo isentas ou imunes a determinados tributos, uma organização do terceiro setor precisa cumprir obrigações, como:
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Entrega de declarações eletrônicas;
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Escrituração contábil regular;
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Elaboração de balanço patrimonial e DRE;
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Prestação de contas a órgãos públicos e financiadores.
O descumprimento de prazos pode gerar penalidades financeiras e bloqueios cadastrais. Portanto, é importante verificar se todas as obrigações estão sendo transmitidas corretamente e dentro dos prazos estabelecidos.
Certificados e benefícios fiscais
Muitas ONGs dependem de certificações específicas para manter isenções e imunidades tributárias. Entre os pontos de atenção estão:
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Regularidade fiscal federal, estadual e municipal;
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Transparência na aplicação dos recursos;
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Demonstrações contábeis auditadas, quando exigidas.
A perda de um certificado pode representar aumento significativo de carga tributária e impacto direto no orçamento da instituição.
Controle interno e governança
Uma contabilidade para ONGs organizada também está diretamente ligada à boa governança. Controles internos eficientes ajudam a:
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Evitar inconsistências financeiras;
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Prevenir desvios e fraudes;
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Facilitar auditorias e fiscalizações.
Em 2026, o cruzamento de dados entre sistemas públicos tende a ser ainda mais rigoroso. Por isso, revisar processos internos é essencial.
Planejamento tributário para 2026
O planejamento antecipado permite identificar riscos e corrigir falhas antes que se tornem autuações. Avaliar enquadramentos, revisar contratos, conferir retenções e analisar relatórios contábeis são medidas estratégicas. Se ainda resta dúvida, retome a pergunta: ONG, sua contabilidade está em dia? Essa análise preventiva pode evitar problemas sérios no próximo exercício fiscal.
Para garantir segurança jurídica e conformidade contábil, conte com a AL Contabilidade, especializada em assessoria para organizações do terceiro setor. Solicite uma análise técnica da sua situação fiscal e prepare sua ONG para 2026 com tranquilidade e responsabilidade.
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